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Eu sou a minha própria mulher: Espectáculo de Honra do Festival de Almada em 2023

Terminou a 39ª edição do Festival de Almada no dia 18 de Julho. No último dia o público votou e escolheu o espectáculo que vai voltar na próxima edição do Festival como Espectáculo de Honra: Eu sou a minha própria mulher foi o grande vencedor. 

Foram também atribuídos os Prémios Internacionais de Jornalismo Carlos Porto, referentes aos textos publicados o ano passado na Comunicação Social, sobre o Festival de Almada.

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Grande Prémio Carlos Porto –  Gonçalo Frota, pelo conjunto de trabalhos de elevada qualidade e criatividade sobre o Festival de Almada, produzidos para o jornal Público.

Comentários do júri: Gonçalo Frota emerge, com uma quantidade, variedade e qualidade de temas relacionados com o Festival de Almada, que o tornam um vencedor “natural”.

 

Prémio Carlos Porto – imprensa generalista – Rui Monteiro, pela série de textos de “Crítica de Teatro”, publicados no jornal Público.

Comentários do júri: Rui Monteiro produziu uma série de críticas sobre os espetáculos do Festival de Teatro que honram a memória de Carlos Porto e da crítica enquanto género jornalístico.

 

Prémio Carlos Porto – imprensa especializada foi atribuído a Maria Leonor Nunes, pelos trabalhos publicados no “Jornal de Letras”.

Comentários do Júri: Os artigos de Maria Leonor Nunes são manifestamente as melhores peças em toda a imprensa especializada.

 

O júri decidiu ainda atribuir três Menções Honrosas a:

Caroline Châtelet, pelo seu texto “À Almada, le théâtre comme agora” publicado na revista “Jeu”;

Comentários do Júri:Artigo em publicação canadiana em francês, especializada em teatro, que vai além da simples referência ao alinhamento do programa e introduz reflexões próprias sobre uma realidade que muito bem capta.”

 

Cristina Margato, pela entrevista a Édouard Louis “Temos de reconstruir a literatura que confronta o mundo”, publicada no jornal “Expresso”;

Comentários do Júri:Excelente entrevista, que transparece o melhor deste género jornalístico, por deixar perceber nas respostas a sinergia jornalista/entrevistado.”

 

Augusto M. Seabra, pelo artigo “O que devemos a Almada”, no jornal “Público”

Comentários do Júri: “Notável síntese das características que singularizaram o Festival de Almada no contexto internacional ao longo de muitos anos.”

 

O Júri desta edição foi composto por:

– Representante da Câmara Municipal de Almada (em substituição da Presidente do Júri, Diretora do Departamento de Comunicação, Raquel Antunes): Carina Borges

– Representante do Sindicato dos Jornalistas: Luís Filipe Simões

– Representante da Sociedade Portuguesa de Autores: João David Nunes

– Representante do Clube de Jornalistas: Francisco Belard

– Representante do Sindicato dos Trabalhadores de Espetáculos, do Audiovisual e dos Músicos CENA-STE: Carla Bolito

 

O Festival de Almada voltará para o ano, para a sua 40ª edição, de 4 a 18 de Julho com é habitual.

 

Mais informações em ctalmada.pt

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